terça-feira, 21 de julho de 2015

Homem fica gravemente ferido em acidente na BR-101, entre Igarassu e Abreu e Lima.

Vítima de 45 anos teve traumatismo craniano e foi levada para a UPA, depois o HR.


Um homem ficou gravemente ferido em um acidente envolvendo um ônibus e uma moto, na tarde desta segunda-feira (21), na BR-101, entre os municípios de Abreu e Lima e Igarassu, Região Metropolitana do Recife.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu por volta das 14h15. A vítima, um homem de 45 anos, sofreu um traumatismo craniano e fraturou o braço direito. Ele estava inconsciente e desorientado e foi levado para a UPA de Igarassu para receber os primeiros-socorros. Em seguida, ele foi conduzido para o Hospital da Restauração, área Central do Recife.
Da: Folha PE.

famílias de Arlindo, Selma e Abelardo lutam para manter legado.

Arlindo dos 8 Baixos e Selma do Coco queriam preservar ritmos do estado.
Casa de Abelardo da Hora deve virar museu, segundo sonhos dos filhos.


Familiares de Arlindo dos Oito Baixos, Abelardo da Hora e Selma do Coco idealizam projetos para manter legado artístico (Foto: Luna Markman / G1 - Katherine Coutinho/G1 - Rafael Passos/Secom-JP)
Familiares de Arlindo dos Oito Baixos, Abelardo da Hora e Selma do Coco idealizam projetos para manter legado artístico (Foto: Luna Markman / G1 - Katherine Coutinho/G1 - Rafael Passos/Secom-JP)
Nos últimos anos, Pernambuco perdeu grandes ícones de sua cultura. Ariano Suassuna, Abelardo da Hora, Reginaldo Rossi, Selma do Coco, Dominguinhos, Arlindo dos Oito Baixos, Mestre Camarão. Nomes que consolidaram o estado como polo musical e artístico no cenário nacional e que fizeram de suas vidas patrimônio de uma época e de um povo. Após a morte, o que deveria ser permanente – a memória – acaba se enfraquecendo diante da falta de apoio e da presença de espaços e símbolos que honrem o legado que cada um deixou, depois de décadas de produção cultural.
Escutar a música e as histórias de Selma do Coco, contemplar as esculturas de Abelardo da Hora ou dançar um forró dominical aos moldes do que Arlindo dos Oito Baixos fazia. São ideias que familiares e produtores dos artistas tentam manter acesas, mesmo diante de um cenário não muito animador de crise e de pouco investimento no âmbito cultural. Em comum, os três projetos visam a valorização e perpetuação do legado desses artistas pernambucanos que morreram recentemente. Em diferentes estágios para se tornarem concretas, as propostas seguem no papel, mas se mostram essenciais para que a história não se perca na desinformação.
Abelardo da Hora Filho está a frente do instituto que preserva a memória de seu pai (Foto: Vitor Tavares / G1)
Abelardo da Hora Filho está à frente do instituto que preserva a memória de seu pai (Foto: Vitor Tavares / G1)
Família de Abelardo quer casa-museu
Foi em 2006 que um dos maiores artistas plásticos do Brasil, Abelardo da Hora, adquiriu um terreno ao lado de sua casa, no bairro da Boa Vista, no Recife, para construir a sede do instituto que leva seu nome. A ideia era fazer uma construção arrojada, para abrigar salas dedicadas a diversos tipos de arte, além de expor permanentemente peças do seu acervo.

Hoje, o local entre as ruas do Sossego e Cardoso Ayres ainda é um grande vazio. Tem apenas duas cobertas e guarda algumas das obras de Abelardo. Em setembro de 2014, o então governador de Pernambuco, João Lyra Neto, compareceu ao velório do artista e prometeu ajudar no que fosse possível para consolidar o Instituto Abelardo da Hora. Quase um ano se passou e, frente à desesperança quanto ao apoio institucional, a família decidiu vender a área e se dedicar à casa onde Abelardo morava.
A ideia é fazer uma casa-museu, com pé-direito alto e onde os visitantes possam ver algumas obras originais, além de conferir o local em que o artista trabalhava e descansava. Lá, estão peças de temática social, como “Flagelo”, “Sem Terra e Sem Vez”, “A Fome e o Brado”, sem falar nas tradicionais esculturas de mulheres em poses sensuais. “Nos sete meses que se passaram, o entendimento da família foi em manter essas obras todas juntas, e não dividir para os filhos. A gente entende que arte de Abelardo é do Recife, de Pernambuco e do Brasil, não de uma família”, destacou Abelardo da Hora Filho.
Esculturas estão espalhadas pela casa de Abelardo, que deve se transformar num museu (Foto: Vitor Tavares / G1)
Esculturas estão espalhadas pela casa de Abelardo, que deve se transformar num museu
(Foto: Vitor Tavares / G1)
Ao todo, no local há cerca de 1,5 mil obras, entre esculturas e desenhos. E novos trabalhos de Abelardo ainda aparecem, a cada procura pelos antigos móveis. Recentemente, o filho achou, nas gavetas do pai, 80 desenhos inéditos, todos sobre terreiros de umbanda e orixás. Nos corredores estão esculturas de todos os tipos, e casa está intocada, do jeito que o mestre deixou.
Espaço onde seria erguida a sede do Instituto Abelardo da Hora deve ser vendido (Foto: Vitor Tavares / G1)
Espaço onde seria erguida a sede do Instituto
Abelardo da Hora deve ser vendido
(Foto: Vitor Tavares / G1)
O Instituto Abelardo da Hora, além de querer construir o museu, mantém atividades para a preservação da memória. No Recife, por exemplo, existem cerca de 600 obras de Abelardo espalhadas pela cidade, em espaços públicos e privados. Algumas dessas obras, através de uma manutenção malfeita, perdem as características originais. Antes de morrer, o artista ainda deixou alguns projetos em andamento, que devem ser levados adiante pela família, como a Torre Cinética na Praça da Torre, monumento derrubado na ditadura militar; o busto de Gregório Bezerra; e uma obra no Hospital da Mulher da Prefeitura do Recife.
“Impressionante como a memoria do povo é curta, por isso a gente realmente tem que lutar pela preservação da memória da grande figura que foi meu pai. Mas não há nenhum diálogo entre nós e poder público, até porque não há recursos para nada. Quando a gente tiver uma brecha, vamos buscar”, comentou Abelardo da Hora filho. Para agosto, está prevista uma exposição inédita do artista na Caixa Cultural do Recife, em celebração aos 90 anos de nascimento.
A casa de Abelardo da Hora segue aberta para visitação, mas de forma agendada. Os interessados devem entrar em contato através do número 3221-0773.
Dona Odete e o produtor Roberto Andrade lamentam não conseguir manter festas de forró em Dois Unidos (Foto: Vitor Tavares / G1)Dona Odete e o produtor Roberto Andrade lamentam não conseguir manter festas de forró em Dois Unidos (Foto: Vitor Tavares / G1)
Casa arrumada, mas sem Forró do Arlindo
Todos os dias, a viúva de Arlindo dos Oito Baixos, dona Odete Macedo, arruma o espaço destinado ao forró que o marido construiu nos fundos de sua casa, em Dois Unidos, Zona Norte do Recife. O espaço ganhou até uma placa nova, segundo dona Odete há cerca de dois meses, identificando como ponto de difusão da cultura nordestina. Só que, sem dinheiro e sem nenhum tipo de apoio, dona Odete e o produtor de Arlindo, Roberto Andrade, pararam as atividades do espaço no último mês de março.

O Forró do Arlindo foi criado em 2000, como um encontro de amigos. Foi crescendo e virou um espaço de efervescência do forró na Zona Norte, reunindo nomes como Marinês, Santanna e Dominguinhos. O espaço também preservava a sanfona dos oito baixos, modelo diferenciado usado por poucos forrozeiros. Organizar a festa em que batia ponto todos os domingos era a coisa que mais dava prazer em Arlindo, até quando a saúde dele permitiu. O pernambucano morreu em setembro de 2013, após problemas decorrentes de diabetes.
O cenário hoje no Forró do Arlindo é um misto de organização e abandono. As mesas estão organizadas, as toalhas floridas fazem a decoração, e o chão é varrido constantemente. A estrutura, entretanto, padece.  O maior problema é no telhado, que está solto em algumas partes, com goteiras e podendo causar até um acidente. “Eu venho aqui, arrumo, porque qualquer pessoa que pedir para ver como é o espaço, ele está todo ajeitadinho. Todo dia eu organizo, mas não posso mais me comprometer com as festas”, falou dona Odete.
Espaço do Forró de Arlindo sofre com falta de estrutura (Foto: Vitor Tavares / G1)
Espaço do Forró de Arlindo sofre com falta de estrutura (Foto: Vitor Tavares / G1)
A vontade de manter o forró existe, além de criar um espaço de preservação para a sanfona dos oito baixos, com oficinas regulares. O problema é que, ganhando apenas uma aposentadoria, Odete não pode garantir a festa. Precisa ter capital de giro para alugar som, pagar artistas, bancar os bares e as comidas. “Arlindo sempre queria manter a tradição que ele ajudou a propagar até quando pôde, dá uma tristeza ver isso aqui sem movimento”, destacou Roberto Andrade.
Produtor de Arlindo nos últimos 15 nos de vida do forrozeiro, Roberto tem a ideia de transformar o espaço em um polo junino, além de ter uma programação anual de festas e também oficinas de sanfoneiros. Ele prepara uma maratona de reuniões com os governos estadual e municipal para tentar viabilizar algum projeto. Pensa, inclusive, em criar tours dedicados ao forró no Recife, com visitação no espaço. Para este ano, pelo menos uma grande festa deve acontecer: o 15º aniversário do local, em setembro.
Casa de Arlindo recebeu placa informativa da Prefeitura, mesmo sem ter mais programação (Foto: Vitor Tavares / G1)
Casa de Arlindo tem placa informativa da Prefeitura,
mesmo sem ter mais programação
(Foto: Vitor Tavares / G1)
Desde que Arlindo morreu, dona Odete não foi procurada oficialmente por nenhum representante do governo para conversar. A época de São João passou e, com ela, a tristeza de não conseguir fazer as festas no período mais querido pelos forrozeiros. “Recebi muitas ligações, as pessoas pedindo que eu organizasse, que é uma pena não ter mais. O povo lembra muito ainda dele, sempre me procuram, mas o espaço não estou conseguindo manter. Mas se Deus quiser isso aqui vai voltar a ser o que era”, disse a viúva. Em 2012, Arlindo dos 8 Baixos ganhou o titulo de Patrimônio Vivo de Pernambuco.


A Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura, disse que, por se tratar de um espaço privado, a família precisa apresentar um projeto da Fundação de Cultura da cidade, com contrapartidas sociais, para receber apoio. Em relação à placa que dona Odete diz ter sido colocada este ano, a Secretaria de Turismo e Lazer informa que foi instalada no primeiro semestre de 2014, através de um projeto de sinalização turística.

Casa de Selma do Coco tem pintura no muro indicando espaço cultural (Foto: Vitor Tavares / G1)
Casa de Selma do Coco tem pintura no muro indicando espaço cultural (Foto: Vitor Tavares / G1)
Briga de família e os sonhos de Selma
Enquanto estava viva, até o último mês de maio, Selma do Coco dizia aos netos que sonhava em ter espaço dedicado ao coco em Olinda. Ela, que ajudou a difundir o ritmo pelo Brasil, queria perpetuá-lo mesmo depois que partisse. A cantora também se tornou Patrimônio Vivo do estado em 2012.

O problema da família de Selma do Coco está em torno da casa onde ela morava, no bairro do Amparo, em Olinda. A cantora viveu no local até seus últimos dias, com um dos seus netos, Alexandre. O G1 foi ao imóvel, que tem o nome “Espaço Cultural” no muro, mas o neto se limitou a dizer que não poderia conversar com a reportagem por orientação de advogados. Informou, entretanto, que gostaria de manter viva a memória de Selma.
Outro grupo de netos e parentes de Selma, por sua vez, já tem um projeto na cabeça. Querem um ponto de cultura destinado ao ritmo pernambucano. “Ela sempre manifestou interesse em fazer algo, mas, por questão de idade e alguns problemas, preferiu deixar quietinho. A ideia é difundir o coco de roda, até o Japão, mostrar quem era Selma através do resgate das cantigas antigas. A gente quer mostrar quem foi Selma: negra, pobre, vendedora de tapioca e cerveja para manter a sobrevivência”, disse Jaqueline Leite, nora de Selma do Coco
Viúva aos 33 anos, a cantora só teve três filhos, todos falecidos, mas criou diversos sobrinhos e netos. Trabalhou com música para manter todos. De acordo com os parentes, a partir de julho, eles vão tentar organizar o projeto para tentar verba junto aos governos estadual e federal. Ainda não há definição sobre a casa onde ela morava, pois a briga está na Justiça. “Ela engrandeceu não só a família, mas Pernambuco, levando o coco de roda para mundo”, finalizou Jaqueline.
Em nota, a Prefeitura de Olinda informou que, até o momento, não existe projeto para preservação da memória de Selma do Coco, mas que realiza seminários e encontros destinados ao coco na cidade.
Procurada pelo G1, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) não deu retorno até a publicação desta reportagem.
Do: G1/PE.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Táxis de Itamaracá passam por inspeção do Ipem-PE.

Condutores precisam ir a sede do órgão para realizar a verificação dos taxímetros.



Taxistas devem ir à sede do Ipem, na avenida Professor Luiz Freire, na Cidade Universitária, no Recife
LeiaJáImagens/Arquivo.

Nesta semana, taxistas de Itamaracá precisarão realizar a verificação periódica do taxímetro do veículo pelo Instituto de Pesos e Medidas de Pernambuco (Ipem-PE). Carros com placas terminas de 1 a 5 deve ir à sede do órgão (Avenida Professor Luiz Freire, 900, Cidade Universitária) nesta terça-feira (21); já os com terminação de 6 a 0 têm que ir ao Ipem no dia 22. 
Para agendar o atendimento, os taxistas precisam acessar o Portal de Serviços do Inmetro nos Estados, emitir o boleto e pagar a taxa de R$ 37,50. Terminadas estas etapas, os condutores devem se dirigir a uma das oficinas autorizadas de Reparo e Manutenção de taxímetros do estado. Os profissionais devem levar cópia do Cadastro do Veículo (CRLV), termo de permissão da prefeitura e cópia de comprovante de residência. 

A população que utiliza os serviços de táxis pode identificar se o carro foi ou não inspecionado pelo Ipem através do lacre amarelo que é colocado no taxímetro. Há um selo do Inmetro com a frase “verificado até 2016”. Os valores da bandeira são estabelecidos por cada prefeitura. 
Do: Leia Já.

Pescadores protestam em Paulista, contra despejo de esgoto no mar.

Profissionais reclamam que despejo está acabando com peixes da região. 
Categoria fez passeata e pretende entrar com ação contra a Compesa.


Pescadores e marisqueiras se reuniram na Colônia de Pescadores do Janga e fizeram passeata pela Av. Doutor Cláudio José Gueiros na manhã desta segunda (20) (Foto: Danielle Fonseca / TV Globo)
Pescadores e marisqueiras da cidade do Paulista, no Grande Recife, protestam na manhã desta segunda-feira (20) contra o lançamento de esgoto no mar da cidade. Eles se reuniram na Colônia de Pescadores do Janga e saíram em passeata pela Avenida Doutor Cláudio José Gueiros Leite. A categoria ainda pretende entrar com uma ação na justiça contra a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), responsável pelo saneamento da área.
Procurada pelo G1, a assessoria de comunicação da Compesa informou que enviou uma equipe ao local, nesta manhã. Segundo nota da empresa, "nenhum dos pontos apontados pelas lideranças dos pescadores refere-se  a esgotos decorrentes de sistemas operados pela Compesa" -- veja íntegra da nota ao fim desta reportagem. Também por nota, a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) informou que enviará, na tarde desta segunda, uma equipe de fiscalização à área denunciada. Segundo a CPRH, "se constatada infração ambiental, os responsáveis serão punidos, de acordo com a legislação ambiental".
O protesto dos pescadores começou por volta das 9h e seguiu pelo acostamento da avenida, também conhecida como PE-01. Havia cerca de 100 pessoas na manifestação, que não atrapalhou o trânsito na via. A caminhada durou cerca de meia hora e terminou no dique de onde saem os barcos de pesca, também no Janga.
Os profissionais reclamam que dejetos sanitários estão sendo descartados sem nenhum tratamento, diretamente no mar da cidade. A atitude estaria colocando em risco todo o ecossistema da região. Consequentemente, a pesca também ficou prejudicada. “Isso está ocasionando falta de peixes. Já não tem mais marisco, por exemplo. Os pescadores estão passando por dificuldades porque a área de trabalho deles foi degradada”, protesta Luiz Medeiros, presidente da Colônia de Pescadores do Janga.
A reportagem da TV Globo flagrou um dos pontos de despejo de esgoto no mar do Janga nesta segunda (Foto: Danielle Fonseca / TV Globo)
Segundo a organização do protesto, peixes que antes eram muito comuns na região, como tainha, boca mole, carapeba e barbudo, estão desaparecendo. O marisco também estaria ameaçado. Os pescadores ainda contam que, atualmente, conseguem pescar apenas 2 quilos por dia. Há dez anos, o rendimento era de 80 a 100 kg/dia.
A colônia de pescadores ainda solicitou o laudo técnico de uma bióloga da Secretaria de Meio Ambiente do Paulista acerca da situação. Segundo a organização, o documento indica que a presença de grande quantidade de partículas em suspensão e gorduras pode provocar o entupimento das brânquias e de outras estruturas do aparelho respiratório de peixes e alguns invertebrados como os mariscos, causando morte por asfixia.
Veja íntegra da nota divulgada pela Compesa:
"Uma equipe da Compesa esteve esta manhã na Associação  de Pescadores do município do Paulista  e logo após visitou os pontos apontados  de possíveis lançamentos de esgoto no mar. Em nenhum dos pontos apontados pelas lideranças dos pescadores refere-se a esgotos decorrentes de  sistemas operados pela Compesa. A  companhia esclarece ainda que  a cidade do Paulista  será  beneficiada pelo Programa  Cidade Saneada, a PPP do Saneamento. No momento, a Compesa está trabalhando na implantação do sistema de esgoto de um trecho dos bairros do Janga e Pau Amarelolo, cujas intervenções serão finalizadas até dezembro deste ano. As áreas restantes desses dois bairros serão complementadas  com outras obras, com prazo previsto para conclusão até 2018. O Programa Cidade Saneada também atuará em outros bairros da cidade, assim como em outros 13 municípios da Região Metropolitana do Recife e Goiana, na Mata Norte. O Programa Cidade Saneada prevê aumentar de 30 para 90%  o índice de cobertura de esgoto nessas cidades no prazo de 12 anos, um investimento  de R$ 4,5 bilhões, recursos públicos e privados".
Do: G1/PE.


quarta-feira, 15 de julho de 2015

Definidos os municípios que participarão do 2º Salão Rota 101 Nordeste.

Evento que acontece entre os dias 6 e 8 de agosto pretende divulgar cidades nordestinas como um destino unificado. Participantes pernambucanos foram divulgados.

Ipojuca será um dos municípios a participar do 2º Salão Rota 101 Nordeste. Foto: Júlio Jacobina/DP/DA Press

Nesta semana, os organizadores do 2º Salão Rota 101 Nordeste anunciaram a lista dos municípios de Pernambuco que já confirmaram participação no evento que acontece entre os dias 6 e 8 de agosto, no Centro de Convenções de Pernambuco. A listagem inclui o município de Gravatá, no Agreste do estado; Goiana, na Mata Norte; Itamaracá, no Litoral Norte; e Cabo de Santo Agostinho, Ipojuca e Tamandaré, no Litoral Sul. A ideia é que cada cidade possa expor o melhor que tem a oferecer como destino turístico.

À parte os municípios de Pernambuco, os estados de Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte, participantes do projeto, também terão representantes. Ao todo, a Rota 101 Nordeste possui 600 km e quer dar visibilidade não só às capitais, mas a municípios localizados a até 120 km de cada margem da rodovia. Além disso, a rota proposta planeja suscitar novos negócios, incentivar ações estruturantes e promover a interiorização de atividades. A entrada é gratuita.

Do: DP.


Gêmeas afirmam ter sido estupradas por padrasto ao longo de 12 anos.

O suspeito as ameaçava com uma faca e as obrigava a praticar sexo com ele dentro de casa.

Reprodução/TV Jornal
Irmãs gêmeas denunciaram terem sido estupradas pelo padrasto dentro de casa, no bairro de Jardim Paulista, em Paulista, no Grande Recife. Segundo as jovens de 17 anos, os abusos começaram quando elas tinham apenas 5. De acordo com as vítimas, o suspeito as ameaçava com uma faca e as obrigava a praticar sexo com ele. 
Foi o comportamento estranho das filhas que fez a mãe desconfiar dos abusos. As gêmeas admitiram ter sofrido estupro e pediram ajuda ao Conselho Tutelar, que encaminhou o caso ao Departamento de Polícia da Criança e do Adolescente (DPCA). 
De acordo com a polícia, o padrasto será indiciado por estupro de vulnerável, porque quando os abusos começaram as garotas eram menores de 14 anos.
Da: Tv Jornal.

Falta de manutenção na ponte.


A ponte Getúlio Vargas, única via de acesso a ilha de Itamaracá estar precisando urgentemente de reparos. Em diversos locais da estrutura física, apresenta-se com rachaduras e buracos. 

Do: Fernando Melo - Igarassu / PE

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Feliz Aniversário.

Foto: Internet

 A Praça dos Esportes em Jaguaribe que deveria ter sido inaugurada em junho de 2013, este ano fez dois anos de aniversário, nossos leitores vem parabenizar à nossa prefeitura pela grande edificação que até hoje não deixou de ser uma obra que se encontra parada, infelizmente os moradores do bairro de Jaguaribe que comemoraram bastante o início da construção, hoje se mostram revoltados pelo fato da obra está parada há muito tempo, servindo de ponto de consumo de drogas e esconderijo para bandidos. Naquela localidade não há um local reservado para a prática de esportes ou exercícios físicos, tendo os moradores de usar a pracinha ou a praia para cuidarem de sua saúde. Moradores citam ainda que a única quadra poliesportiva disponível na ilha se encontra na Vila Eldorado, o que é muito pouco para uma cidade em que a população jovem é grande causando assim entre outros problemas a ociosidade desses jovens que terminam perdendo seu tempo em sua maioria com coisas ruins, entre elas as drogas ilícitas que são compradas com muita facilidade em Itamaracá.

Abaixo vejam as fotos da atual Praça dos Esportes:























Do: Itamaracá em Foco.



Corrida da Fogueira 2015



Já estão abertas as inscrições para a Corrida da Fogueira 2015. Será realizada no dia 25 de julho. Maiores informações na Secretaria da Juventude ao lado da Biblioteca Municipal .

Da: Prefeitura.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

IML: sujeira e corpos jogados à imundice.

Restos mortais em sacolas ao ar livre e falta de estrutura são apenas alguns dos problemas do local.

3 / 9
Comparar cenários cinematográficos de filmes de terror a atual estrutura de necropsia do Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife não é nenhum exagero. Restos mortais em sacolas ao ar livre, couro cabeludo de cadáveres pelo chão, corpos guardados sem os devidos cuidados e falta de estrutura são apenas alguns dos problemas do local. As denúncias partiram de policiais civis, como forma de protesto, na quarta-feira (8). Os servidores estaduais pediram melhores condições de trabalho e reajustes salariais.
Antes da reportagem do Portal LeiaJá entrar no setor de necropsia, o vice-presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE), Rafael Cavalcanti, já alertou: “Vocês precisam ter estômago pra entrar lá! Não há condição digna de trabalho para nossos trabalhadores”. De acordo com Cavalcanti, a situação dos servidores do IML é uma das mais precárias da categoria. “O IML não passa por uma reforma há bastante tempo. Só nesta semana aconteceram várias quedas de energia elétrica. Os servidores trabalham em meio a corpos em estado de putrefação”, denunciou o vice-presidente do Sinpol.
Na sala de necropsia, nossa reportagem encontrou um piso molhado, focos de lama, sangue nas mesas, couro cabeludo espalhado pelo chão, além de problemas no teto e nos aparelhos usados pelos legistas. Na mesa da sala de raio-x, por exemplo, a falta de higiene também é notável. Existe lama e o equipamento apresenta fiação exposta. Na câmara fria, onde os corpos ficam guardados a baixa temperatura, existem sujeira e sangue por toda a parte.
Segundo um servidor que atua no IML que não quis se identificar, os objetos utilizados para os exames nos corpos são arcaicos. Facas do tipo peixeira, cabos de madeira, serras, linha usada em pipas e até haste de guarda chuva viram ferramentas de trabalho durante os exames. “Essa é a condição de trabalho que estamos submetidos. É desumano trabalhar no IML”, disse o servidor. Confira o vídeo:
Em entrevista à TV Globo, a gerente geral da Polícia Científica de Pernambuco, Sandra Santos, afirmou que o Governo de Pernambuco já possui recursos para iniciar reforma nas unidades (Recife, Caruaru e Petrolina) do IML ainda neste ano. “Nós estamos trabalhando para operacionalizar essas reformas. Ontem, eu tinha uma equipe de engenheiros visitando o IML e já monitorando quais as áreas a gente vai começar essas reformas”, declarou a gerente. Sandra Santos também informou que existe a previsão da realização de um concurso público para a Polícia Científica, cujo edital ainda não foi divulgado. “Nós teremos 316 vagas distribuídas para todos os cargos”, garantiu Sandra Santos.        
De acordo com os policiais civis em protesto, até o final desta quarta-feira, os serviços de necropsia e consequentemente liberação dos corpos estão suspensos, por causa da paralisação de 24 horas da categoria. até o momento, tudo se normaliza na quinta-feira (9). Até o início desta tarde, os policiais realizaram um ato em frente ao IML, no bairro de Santo Amaro, área central do Recife. 
Do: Leia Já.